“Não acredito que a propaganda tenha influência de compra. Ninguém vai comprar um carro porque viu na TV. A pessoa vai comprar quando quiser e vai até a concessionária, independente de haver divulgação ou não”, foi assim que o publicitário e professor da USP, Luli Hadfahrer, definiu a propaganda atualmente. O assunto foi abordado durante palestra do 2º Plus – Festival Universitário de Comunicação, na noite dessa quarta-feira (24/6), no Espaço Integrado de Artes da Unisul, em Tubarão.
Segundo o professor, por conta das novas mídias, a propaganda não surte mas efeito como há alguns anos. Durante a palestra, perguntou diversas vezes se alguém lembrava de um banner de internet que tinha visto, ou se alguém já havia comprado algum produto por tê-lo visto em um comercial. Mas se for para fazer um, ele dá a melhor fórmula.
“A propaganda não pode enganar as pessoas, hoje em dia tudo deve ser feito com transparência. Um anúncio não pode distrair, tem que integrar. Se não a pessoa vai olhar porque é bonitinho e não por causa do conteúdo”, afirma Hadfahrer.
Mas o assunto mais debatido foi a internet. Como falou de novas mídias não tinha outro exemplo melhor. Para ele, daqui a alguns anos tudo vai existir dentro de um celular. Não vai mais ter TV. E o computador vai ser usado só para trabalho.
“O mundo corre sempre até a inovação, mas quando se chega, nunca vai atingir o nível adequado, porque vai poder inovar mais ainda”, explica.
Segundo o publicitário, não foram os blogs, ou o Twitter que chegaram e tomaram conta das pessoas. Foi a vontade de blogar, de ‘twittar’, essa necessidade de contar sua vida pras outras pessoas, o que se está fazendo, foi isso que resultou na criação dessas redes sociais.
“E foi a banda larga que proporcionou isso. O poder acessar a internet sem limite, sem ‘taxímetro’. Se as pessoas tivessem que pagar pulsos por minuto online não entrariam em blogs, muitas nem fariam blogs”, diz.
No final, Luli destacou que não é a propaganda, os links patrocinados, nem banners que movimentam o dinheiro na internet, e sim os E-comerces, compras online. Em 2008 o E-comerce movimentou 10 bilhões de reais.
Alguns números que Hadfahrer mostrou durante a palestra:
No mundo há 1,5 bilhão de pessoas online
O tráfego na internet dobrou em 2007 e subiu 62% em 2008
Celular tem mais de 160 milhões de usuários no Brasil
Os vídeos são ¼ do volume da internet – em 2012 será a metade
Existem 3 bilhões de celulares, em funcionamento, no mundo
30 milhões de fotos são publicadas, por dia, na internet
O Youtube tem 329 milhões de usuários
Fonte: Site Acontecendo Aqui
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Só para não dizerem que abandonei esse blog...
A correria está grande em minha vida, mas não pude deixar de reparar, ou auto-reparar, uma necessidade que surgiu em minha vida, a necessidade de produtos "single". Como estou morando sozinha (a menos de uma (01) semana :) ), sinto a necessidade de produtos em pequena quantidade, sob medida para uma mulher moderna que só passa em casa para dormir. Tipo, um exemplo: comprei uma bandeja de frios - queijo e presunto. Já sei que vai acabar passando da validade...é muita coisa!
Marketeiros, não percam o foco nesse nicho - mulheres modernas que moram sozinha! ;)
Marketeiros, não percam o foco nesse nicho - mulheres modernas que moram sozinha! ;)
quarta-feira, 15 de abril de 2009
O Boticário é a marca preferida entre as usuárias do Bolsa de Mulher
O Renato Cisz, que trabalha na área promo da D/Araújo, me enviou um e-mail, essa manhã, contendo a pesquisa abaixo. Achei interesante e quero compartilhar com vcs.
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O Boticário é a marca favorita das usuárias do portal Bolsa de Mulher, do grupo Ideasnet. A rede social fez uma pesquisa com suas 30 mil mulheres cadastradas a fim de avaliar as preferências de consumo e de estilo.
O público do portal é formado predominantemente por mulheres na faixa etária entre 25 e 30 anos, das classes A e B, residentes da cidade de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Segue a lista das dez marcas mais bem qualificadas na pesquisa do portal:
1- O Boticário (39,26%)
2- Natura (30,79%)
3- Colcci (6,08%)
4- Adidas (5,51%)
5- Avon (4,56%)
6- Dior (3,77%)
7- Ellus (3,77%)
8- Forum (2,64%)
9- Zoomp (2,46%)
10-Lâncome (1,16%)
Fonte: Meio & Mensagem. 14/04/2009.
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O Boticário é a marca favorita das usuárias do portal Bolsa de Mulher, do grupo Ideasnet. A rede social fez uma pesquisa com suas 30 mil mulheres cadastradas a fim de avaliar as preferências de consumo e de estilo.
O público do portal é formado predominantemente por mulheres na faixa etária entre 25 e 30 anos, das classes A e B, residentes da cidade de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Segue a lista das dez marcas mais bem qualificadas na pesquisa do portal:
1- O Boticário (39,26%)
2- Natura (30,79%)
3- Colcci (6,08%)
4- Adidas (5,51%)
5- Avon (4,56%)
6- Dior (3,77%)
7- Ellus (3,77%)
8- Forum (2,64%)
9- Zoomp (2,46%)
10-Lâncome (1,16%)
Fonte: Meio & Mensagem. 14/04/2009.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Turma da Mônica se moderniza para as novas gerações
Sou obrigada a fazer mais uma postagem hoje - apesar da correria! Turma da Mônica me lembra infância, que me faz lembrar "que eu era feliz e não sabia"! :P
Um case que trabalha bem a questão consumidor e preservação do negócio da empresa. O olhar para o cenário atual, previsão de tendências e antecipação as ameaças de mercado, transformando-as em oportunidades. Taí um belo exemplo para todo aquele "emaranhado" de teorias que costumo falar em sala de aula (Pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, análise SWOT etc, etc).
***********
A Turma da Mônica cresceu e está chamando a atenção dos brasileiros. Com a proposta de atrair os leitores do gibi tradicional que deixavam de acompanhar a turminha a partir dos seus 11 ou 12 anos, a nova “Turma da Mônica Jovem” trouxe os carismáticos personagens Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali em uma versão adolescente, provocando não só a curiosidade dos jovens, mas também dos adultos.
Esse novo gibi reflete o caminho que Mauricio de Sousa tem levado a turma de personagens que criou há mais de 40 anos. De olho na mudança do comportamento das crianças e dos jovens que, na opinião dele, estão saindo da infância mais cedo do que em outras gerações, o desenhista tem investido na presença digital dos quadrinhos da Turma da Mônica e na busca por novos públicos.
A nova revista se inspirava na fórmula dos quadrinhos japoneses (o “mangá”), gênero pelo qual muitos adolescentes vinham trocando a Turma da Mônica nos últimos anos. O resulto foi um sucesso de vendas estrondos. Atualmente na oitava edição, cada número do novo gibi vem vendendo entre 300 e 400 mil exemplares, tornando-se a história em quadrinhos mais vendida no mercado brasileiro, superando até mesmo a Turma da Mônica tradicional (que continua sendo lançada).
Novo gibi acompanha o boca-a-boca na internet:

O Turma da Mônica Jovem (foto) é criado a partir do acompanhamento do boca-a-boca gerado por leitores em blogs e redes sociais. “Nossa produção é interativa. Quase todo dia entro no Orkut para bater papo com o pessoal. Nosso material é analisado diversas vezes antes do lançamento seguindo as sugestões do público”, conta Mauricio de Sousa, em entrevista ao Mundo do Marketing.
O projeto era uma ideia engavetada há vários anos na Mauricio de Sousa Produções, estúdio responsável por todos os projetos relacionados à Turma da Mônica. O “piloto” do novo gibi havia sido criado há cinco anos e, na ocasião do lançamento, chegou a ser distribuído gratuitamente como número zero para divulgação do gibi em eventos para jovens em São Paulo e como brinde para quem levava um dos números da Mônica tradicional. O sucesso ultrapassou o público adolescente e chegou aos adultos, curiosos para verem os personagens com quem conviveram na infância mais crescidos, e chamou a atenção até mesmo das crianças de seis a dez anos.
A modernização da Turma da Mônica não se limita a apenas isso. Sempre antenada em relação à concorrência com outros meios de entretenimento, como o videogame, a internet ou a televisão, a Turma da Mônica sempre esteve presente nesses meios. Ainda fica na lembrança de muitos o filme em animação como As Aventuras da Turma da Mônica (o primeiro dos quase 20 longa e curta-metragens lançados nos últimos 26 anos) ou os jogos da Turma da Mônica para os videogames Mega Drive e Master System desenvolvidos pela então Tec Toy (hoje Tectoy) na década de 1990.
Fonte: Por Guilherme Neto/ mundodomarketing.com.br
Um case que trabalha bem a questão consumidor e preservação do negócio da empresa. O olhar para o cenário atual, previsão de tendências e antecipação as ameaças de mercado, transformando-as em oportunidades. Taí um belo exemplo para todo aquele "emaranhado" de teorias que costumo falar em sala de aula (Pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, análise SWOT etc, etc).
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A Turma da Mônica cresceu e está chamando a atenção dos brasileiros. Com a proposta de atrair os leitores do gibi tradicional que deixavam de acompanhar a turminha a partir dos seus 11 ou 12 anos, a nova “Turma da Mônica Jovem” trouxe os carismáticos personagens Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali em uma versão adolescente, provocando não só a curiosidade dos jovens, mas também dos adultos.
Esse novo gibi reflete o caminho que Mauricio de Sousa tem levado a turma de personagens que criou há mais de 40 anos. De olho na mudança do comportamento das crianças e dos jovens que, na opinião dele, estão saindo da infância mais cedo do que em outras gerações, o desenhista tem investido na presença digital dos quadrinhos da Turma da Mônica e na busca por novos públicos.
A nova revista se inspirava na fórmula dos quadrinhos japoneses (o “mangá”), gênero pelo qual muitos adolescentes vinham trocando a Turma da Mônica nos últimos anos. O resulto foi um sucesso de vendas estrondos. Atualmente na oitava edição, cada número do novo gibi vem vendendo entre 300 e 400 mil exemplares, tornando-se a história em quadrinhos mais vendida no mercado brasileiro, superando até mesmo a Turma da Mônica tradicional (que continua sendo lançada).
Novo gibi acompanha o boca-a-boca na internet:

O Turma da Mônica Jovem (foto) é criado a partir do acompanhamento do boca-a-boca gerado por leitores em blogs e redes sociais. “Nossa produção é interativa. Quase todo dia entro no Orkut para bater papo com o pessoal. Nosso material é analisado diversas vezes antes do lançamento seguindo as sugestões do público”, conta Mauricio de Sousa, em entrevista ao Mundo do Marketing.
O projeto era uma ideia engavetada há vários anos na Mauricio de Sousa Produções, estúdio responsável por todos os projetos relacionados à Turma da Mônica. O “piloto” do novo gibi havia sido criado há cinco anos e, na ocasião do lançamento, chegou a ser distribuído gratuitamente como número zero para divulgação do gibi em eventos para jovens em São Paulo e como brinde para quem levava um dos números da Mônica tradicional. O sucesso ultrapassou o público adolescente e chegou aos adultos, curiosos para verem os personagens com quem conviveram na infância mais crescidos, e chamou a atenção até mesmo das crianças de seis a dez anos.
A modernização da Turma da Mônica não se limita a apenas isso. Sempre antenada em relação à concorrência com outros meios de entretenimento, como o videogame, a internet ou a televisão, a Turma da Mônica sempre esteve presente nesses meios. Ainda fica na lembrança de muitos o filme em animação como As Aventuras da Turma da Mônica (o primeiro dos quase 20 longa e curta-metragens lançados nos últimos 26 anos) ou os jogos da Turma da Mônica para os videogames Mega Drive e Master System desenvolvidos pela então Tec Toy (hoje Tectoy) na década de 1990.
Fonte: Por Guilherme Neto/ mundodomarketing.com.br
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